Mas reconheço a minha suspeição como emissor dessa opinião; minha credibilidade está no fato de que sou insuspeito no pecado, embora aprecie vários atletas, esportistas, artistas, certamente que eu tenho os meus preferidos, tenho como certo o fato de que não nutro nenhum tipo de idolatria. Em outras palavras, consigo separar a perfomance do performer.
Há algum tempo a imprensa noticiou a morte de adolescentes na visita de um grupo mexicano a São Paulo; e eis aí o melhor exemplo de tudo o que estou querendo demonstrar nesse post. Uma atividade que tinha tudo para ser lúdica - acompanhar um grupo musical e a sua música, se torna uma tragédia mercê do fanatismo que esse tipo de evento envolve.
Por quê não acompanhar animadamente, mas de uma forma moderada e salutar o seu artista preferido? Qual o sentido dessas verdadeira histerias coletivas? É bom pensar...


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