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Tuesday, January 20, 2009

Fúria Obamica

Não se enganem! Muito dessa verdadeira fúria - ou devemos dizer febre - Obamica que tomou conta do mundo foi fabricada pela mídia de esquerda, ou seja, por 95% da mídia. Não é segredo para ninguém que a imprensa "esquerdopata" mundial flertou com Obama e tudo o que ele representa - principalmente o fim da era Bush.

Não há como negar, o governo Bush foi bizarro e mudar era uma necessidade. Mas a intenção de mudar não é a mesma, ou por outra, os motivos para a mudança não são nem de perto iguais, nem mesmo semelhantes. Exemplifico: os motivos que tornaram Lula palatável para a maioria, foram os mesmos que fizeram com que os chamados autênticos abandonassem o partido.

Nessa mesma direção, Lula é um democrata, porque não almejou o poder como uma forma para acabar com a democracia, mas para confirmá-la. Os oportunistas do terceiro mandato desejam justamente o contrário, acabar com a democracia para perpetuarem-se no poder. 

A imprensa não se limita a ser imprensa, não lhe interessa retratar a voz do povo, mas formar uma voz, uma opinião no sentido que lhe interessa. E essa é uma coisa incompreensível no jornalismo: esse apoio é uma tendência suicida - todos sabem que os governos de esquerda adoram acabar com a liberdade de imprensa quando tomam o poder - justamente para não se sujeitarem a essa manipulação.

Sempre que há uma causa terrorista em qualquer lugar do mundo - e desde que ela seja ou tenha uma tendência de esquerda - a imprensa está lá, firme, emprestando o seu apoio incondicional. Não se trata de demonizar qualquer objetivo das esquerdas, muitos deles são bons, bem intencionados, mas de não apoiar ou deixar de apoiar qualquer causa só porque tem uma coloração, um matiz.

Tuesday, November 04, 2008

Estados Fortes

Os chamados democratas de ocasião adoram estados fortes. Defendem direitos ilimitados nos países democráticos em que vivem - aqui, por exemplo, no Brasil, tudo deve ser permitido e tolerado. Já nos estados modelos - que possuem os sistemas que eles tanto defendem, i.e., China, Cuba, Korea do Norte, Vietnam - não são democráticos, não há direitos individuais, não há direito de ir e vir, não há liberdade de pensamento, opinião e expressão, mas tudo bem, são paraísos terrestres.

E nós continuamos aqui, vivendo nesse inferno libertário, esperando que um dia sejamos libertados pela opressão comunista. Eu, por exemplo, não vejo a hora... 

Monday, May 12, 2008

Paraíso Perdido

Ouço o noticiário sobre um terremoto - com magnitude de 7,8 pontos na escala Richter, um "big one" - ocorrido na China. Uma tragédia que se abate sobre o país mais populoso do planeta. Qualquer ocorrência do tipo sobre um gigante de mais de um bilhão de habitantes se transforma, automaticamente, numa catástrofe de grandes proporções.

O número de vítimas, que logo assume a casa dos milhares, confirma a tragédia. Pelo noticiário, escuto o depoimento de um empresário carioca que vive já há dois anos e meio em Pequim. Ele relata a escassez de notícias para o público chinês, típico dos países comunistas, aonde a liberdade não é uma prática comum, e que censura e controla a imprensa toda "oficial".

Nosso conterrâneo afirma que, apesar dessa liberdade "relativa", é fácil de se viver na China. Ao contrário da sua - nossa - terra natal, há segurança nas ruas. Suficiente para assegurar o ir e vir sem o constante temor de ser assaltado ou eliminado por algum facínora. Você sabia que a polícia chinesa faz o seu trabalho sem o uso de armas? O povo obedece, todos sabem que a lei do país não perdoa ninguém.

Enquanto isso, por aqui, no paraíso perdido, impera a lei do mais forte. Nós temos piedade da marginália...

Thursday, May 01, 2008

Um pouco, dois é bom, três é demais...

É, como o título sugere, vou falar sobre o "suposto" terceiro mandato do "nosso guia". Diga-se, antes de tudo, e em favor do presidente que o próprio tem sucessivamente descartado essa hipótese por absurda. Mas fico temeroso pelo efeito que possa provocar a insistência com que o assunto tem sido comentado. Quem pode dizer que amanhã, inflado por vozes golpistas, ele não venha com um 'se é para o bem de todos..."

Ele sabe - e essas vozes golpistas certamente também - que a essência dos regimes democráticos é a alternância no poder. Não é por outro motivo que as constituições nacionais, ao menos nos regimes sabidos democráticos, consagram essa alternância ao proibir sucessivas reeleições. Além disso, ele sabe mais do que isso, sabe - como seguidamente reafirma - que a sorte é traiçoeira, ela tende a mudar depois de algum tempo.

Jã que comecei com um ditado popular, vou terminar com outro que se ajusta como uma luva ao caso: "o rato tanto vai ao moinho que um dia perde o focinho".

Saturday, February 02, 2008

Curiosidade

Com títulos sugestivos, vários assuntos exploram a nossa curiosidade, na televisão a cabo encontramos vários exemplos deles: Como isso é feito, Supermáquinas, Megaconstruções, etc.Eu acrescentaria mais um a essa lista: Como é possível produzir certos produtos por preço tão baixo.

Nas chamadas lojas de 1,99 encontrammos vários exemplos desse tipo de produto. Mesmo considerando a normal baixa qualidade que apresentam, ainda assim é um milagre que possam ser produzidos a preços tão baixos.

Considere, ainda, que os produtos vendidos nessas lojas são adquiridos pelos comerciantes para revenda pela metade do preço, e a mágica parece ter que ser ainda maior. Mais, o atacadist que atende ao comerciante do setor também lucra no negócio.

Resultado: O preço de fábrica, descontado custos de transporte, mais o lucro do própria fabricante deve se situar na casa dos centavos.

Wednesday, October 24, 2007

Retornos

Retornos pressupõem idas. Movimento. Eu vivo num MRUP, movimento retilíneo uniformemente parado. Falar em retorno talvez seja uma heresia, ou não, nesta terra em que nada é sagrado, em que reina o profano.

Mas, mesmo nesse suposto parar estamos em movimento. A vida tem essa caracterísica sagitada sempre a apontar para o fim da história - da nossa, por bem ou por mal. Significa que ninguém está completamente parado, imóvel.

Talvez fosse mais apropriado falar em retomadas, nessa vida em que não há retornos...


Saturday, May 19, 2007

Efemérides

A efeméride do dia é o meu aniversário. Coisa pouca, dirão alguns, eu também acho, aniversariar não é lá grande coisa, principalmente quando o aniversariante não é uma celebridade. Se bem que não deixo de ser importante para alguns poucos, alguns poucos que se importam comigo e que são os mais importantes pra mim.

Interessante isso, existe uma reciprocidade na coisa: aqueles que mais importam pra mim são os que mais se importam comigo. Fecha todas. Quanto aos outros, aqueles que não se importam comigo e que eu não me importo com eles, bem, não importa!