O número de vítimas, que logo assume a casa dos milhares, confirma a tragédia. Pelo noticiário, escuto o depoimento de um empresário carioca que vive já há dois anos e meio em Pequim. Ele relata a escassez de notícias para o público chinês, típico dos países comunistas, aonde a liberdade não é uma prática comum, e que censura e controla a imprensa toda "oficial".
Nosso conterrâneo afirma que, apesar dessa liberdade "relativa", é fácil de se viver na China. Ao contrário da sua - nossa - terra natal, há segurança nas ruas. Suficiente para assegurar o ir e vir sem o constante temor de ser assaltado ou eliminado por algum facínora. Você sabia que a polícia chinesa faz o seu trabalho sem o uso de armas? O povo obedece, todos sabem que a lei do país não perdoa ninguém.
Enquanto isso, por aqui, no paraíso perdido, impera a lei do mais forte. Nós temos piedade da marginália...

